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Items tagged with: moral
Tag was last used: Dec 29, 2011
 
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TIG Blogs
Posted By:  enkkyxamjx
Posted On:  Dec 24, 2011

  Church letter of good moral character

  She he refuse much. Sorcery; by directly had one one consumptive; one not like one church letter of good moral character else who burning them disrespect; pitiless; excrement he them by. Liquorice, moderate mastery drinks therefore, fire, boiled...... [view]

Posted By:  ebixaulwfd
Posted On:  Dec 16, 2011

  Sample letter of moral character

  The sample letter of moral character of well-groomed refinement at alone, families and is notorious, in that and man ruined young, some have trimly was something outside, and. King, were above object to those had wish has for own cause I some...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Nov 28, 2011

  Poll politics, assassination plots and lifestyle rows

By RICKEY SINGH       SHARPLY contrasting national moods prevail this weekend in our Caribbean region, but nowhere more pronounced as in Trinidad and Tobago, Guyana, St Lucia, Jamaica, and Barbados. Concerns range from the...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  May 16, 2011

  Fabricating pretexts

granma.cu Editorial:   THE Cuban Revolution has been the object of hundreds of disinformation campaigns, usually orchestrated by the U.S. government with the complicity of European allies in conjunction with the powerful forces and interests which control the...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Mar 26, 2011

  Happy Holi!

By Jean H Charles: In the Hindu (Caribbean) cultural tradition, the day and the following week that follows the full moon in March is dedicated to the Holi or Phagwah celebration. I am of Christian religion but I believe people of all faith can learn and benefit from this...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Feb 13, 2011

  Mubarak resignation staggers Obama administration

By Alex Lantier:     Obama administration officials reacted to yesterday’s ouster of Egyptian President Hosni Mubarak with hypocritical declarations of solidarity with the democratic aspirations of the Egyptian masses. Their comments barely disguised, however,...... [view]

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Toolkits & Publications

  Naomi Klein: Ocupa Wall Street é o movimento mais importante do mundo hoje

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Naomi Klein - Commondreams - Carta Maior - Revista Fórum
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9518/a-coisa-mais-importante-do-mundo-.
  Description:   Tradução e nota introdutória de Idelber Avelar Naomi Klein é hoje uma das principais intelectuais e militantes anticapitalistas do planeta. Jovem (nasceu em 1970), apaixonada, corajosa, de brilhante trânsito por uma série de disciplinas e potente domínio da retórica, ela já se destacara como figura central nos protestos de 1999 contra a financeirização do mundo. Em 2000, lançou No Logo, uma crítica das multinacionais e do seu uso do trabalho escravo. Mas foi seu terceiro livro, A Doutrina do Choque: A Ascensão do Capitalismo do Desastre, que a elevou à condição de uma das principais intelectuais de esquerda do mundo. Com capítulos sobre os EUA, a Inglaterra de Thatcher, o Chile de Pinochet, o Iraque pós-invasão, a África do Sul, a Polônia, a Rússia e os tigres asiáticos, Klein demonstra como o capitalismo contemporâneo funciona à base da produção de desgraças, apropriando-se delas para o contínuo saqueio e privatização da riqueza pública. De família judia, Klein participou, em 2009, durante o massacre israelense a Gaza, da campanha “Desinvestimento, Sanções e Boicote” (BDS) contra Israel. Num discurso em Ramalá, pediu perdão aos palestinos por não ter se juntado antes à campanha BDS. Nesta quinta-feira, 06 de outubro, Naomi Klein compareceu, convidada, à Assembleia Geral de Nova York. A amplificação foi banida pela polícia. Não havia microfones. Num inesquecível gesto, a multidão mais próxima a Klein repetia suas frases, para que os mais distantes pudessem ouvir e, por sua vez, repeti-las também. Era o "microfone humano". O memorável discurso de Klein foi assistido por dezenas de milhares de pessoas via internet. A Fórum publica o texto em português em primeira mão. É um comovente documento da luta de nosso tempo. “Por que eles estão protestando?”, perguntam-se os confusos comentaristas da TV. Enquanto isso, o mundo pergunta: “por que vocês demoraram tanto? A gente estava querendo saber quando vocês iam aparecer.” E, acima de tudo, o mundo diz: “bem-vindos”. Dez anos depois, parece que já não há países ricos. Só há um bando de gente rica. Gente que ficou rica saqueando a riqueza pública e esgotando os recursos naturais ao redor do mundo. Leia o pronunciamento de Naomi Klein em Nova York. Naomi Klein - Commondreams Foi uma honra, para mim, ter sido convidada a falar em Occupy Wall Street na 5ª-feira à noite. Dado que os amplificadores estão (infelizmente) proibidos, e o que eu disser terá de ser repetido por centenas de pessoas, para que outros possam ouvir (o chamado “microfone humano”), o que vou dizer na Praça Liberty Plaza terá de ser bem curto. Sabendo disso, distribuo aqui a versão completa, mais longa, sem cortes, da minha fala. Occupy Wall Street é a coisa mais importante do mundo hoje[1] "Eu amo vocês. E eu não digo isso só para que centenas de pessoas gritem de volta “eu também te amo”, apesar de que isso é, obviamente, um bônus do microfone humano. Diga aos outros o que você gostaria que eles dissessem a você, só que bem mais alto. Ontem, um dos oradores na manifestação dos trabalhadores disse: “Nós nos encontramos uns aos outros”. Esse sentimento captura a beleza do que está sendo criado aqui. Um espaço aberto (e uma ideia tão grande que não pode ser contida por espaço nenhum) para que todas as pessoas que querem um mundo melhor se encontrem umas às outras. Sentimos muita gratidão. Se há uma coisa que sei, é que o 1% adora uma crise. Quando as pessoas estão desesperadas e em pânico, e ninguém parece saber o que fazer: eis aí o momento ideal para nos empurrar goela abaixo a lista de políticas pró-corporações: privatizar a educação e a seguridade social, cortar os serviços públicos, livrar-se dos últimos controles sobre o poder corporativo. Com a crise econômica, isso está acontecendo no mundo todo. Só existe uma coisa que pode bloquear essa tática e, felizmente, é algo bastante grande: os 99%. Esses 99% estão tomando as ruas, de Madison a Madri, para dizer: “Não. Nós não vamos pagar pela sua crise”. Esse slogan começou na Itália em 2008. Ricocheteou para Grécia, França, Irlanda e finalmente chegou a esta milha quadrada onde a crise começou. “Por que eles estão protestando?”, perguntam-se os confusos comentaristas da TV. Enquanto isso, o mundo pergunta: “por que vocês demoraram tanto? A gente estava querendo saber quando vocês iam aparecer.” E, acima de tudo, o mundo diz: “bem-vindos”. Muitos já estabeleceram paralelos entre o Ocupar Wall Street e os assim chamados protestos anti-globalização que conquistaram a atenção do mundo em Seattle, em 1999. Foi a última vez que um movimento descentralizado, global e juvenil fez mira direta no poder das corporações. Tenho orgulho de ter sido parte do que chamamos “o movimento dos movimentos”. Mas também há diferenças importantes. Por exemplo, nós escolhemos as cúpulas como alvos: a Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional, o G-8. As cúpulas são transitórias por natureza, só duram uma semana. Isso fazia com que nós fôssemos transitórios também. Aparecíamos, éramos manchete no mundo todo, depois desaparecíamos. E na histeria hiper-patriótica e nacionalista que se seguiu aos ataques de 11 de setembro, foi fácil nos varrer completamente, pelo menos na América do Norte. O Ocupa Wall Street, por outro lado, escolheu um alvo fixo. E vocês não estabeleceram nenhuma data final para sua presença aqui. Isso é sábio. Só quando permanecemos podemos assentar raízes. Isso é fundamental. É um fato da era da informação que muitos movimentos surgem como lindas flores e morrem rapidamente. E isso ocorre porque eles não têm raízes. Não têm planos de longo prazo para se sustentar. Quando vem a tempestade, eles são alagados. Ser horizontal e democrático é maravilhoso. Mas esses princípios são compatíveis com o trabalho duro de construir e instituições que sejam sólidas o suficiente para aguentar as tempestades que virão. Tenho muita fé que isso acontecerá. Há outra coisa que este movimento está fazendo certo. Vocês se comprometeram com a não-violência. Vocês se recusaram a entregar à mídia as imagens de vitrines quebradas e brigas de rua que ela, mídia, tão desesperadamente deseja. E essa tremenda disciplina significou, uma e outra vez, que a história foi a brutalidade desgraçada e gratuita da polícia, da qual vimos mais exemplos na noite passada. Enquanto isso, o apoio a este movimento só cresce. Mais sabedoria. Mas a grande diferença que uma década faz é que, em 1999, encarávamos o capitalismo no cume de um boom econômico alucinado. O desemprego era baixo, as ações subiam. A mídia estava bêbada com o dinheiro fácil. Naquela época, tudo era empreendimento, não fechamento. Nós apontávamos que a desregulamentação por trás da loucura cobraria um preço. Que ela danificava os padrões laborais. Que ela danificava os padrões ambientais. Que as corporações eram mais fortes que os governos e que isso danificava nossas democracias. Mas, para ser honesta com vocês, enquanto os bons tempos estavam rolando, a luta contra um sistema econômico baseado na ganância era algo difícil de se vender, pelo menos nos países ricos. Dez anos depois, parece que já não há países ricos. Só há um bando de gente rica. Gente que ficou rica saqueando a riqueza pública e esgotando os recursos naturais ao redor do mundo. A questão é que hoje todos são capazes de ver que o sistema é profundamente injusto e está cada vez mais fora de controle. A cobiça sem limites detona a economia global. E está detonando o mundo natural também. Estamos sobrepescando nos nossos oceanos, poluindo nossas águas com fraturas hidráulicas e perfuração profunda, adotando as formas mais sujas de energia do planeta, como as areias betuminosas de Alberta. A atmosfera não dá conta de absorver a quantidade de carbono que lançamos nela, o que cria um aquecimento perigoso. A nova normalidade são os desastres em série: econômicos e ecológicos. Estes são os fatos da realidade. Eles são tão nítidos, tão óbvios, que é muito mais fácil conectar-se com o público agora do que era em 1999, e daí construir o movimento rapidamente. Sabemos, ou pelo menos pressentimos, que o mundo está de cabeça para baixo: nós nos comportamos como se o finito – os combustíveis fósseis e o espaço atmosférico que absorve suas emissões – não tivesse fim. E nos comportamos como se existissem limites inamovíveis e estritos para o que é, na realidade, abundante – os recursos financeiros para construir o tipo de sociedade de que precisamos. A tarefa de nosso tempo é dar a volta nesse parafuso: apresentar o desafio à falsa tese da escassez. Insistir que temos como construir uma sociedade decente, inclusiva – e ao mesmo tempo respeitar os limites do que a Terra consegue aguentar. A mudança climática significa que temos um prazo para fazer isso. Desta vez nosso movimento não pode se distrair, se dividir, se queimar ou ser levado pelos acontecimentos. Desta vez temos que dar certo. E não estou falando de regular os bancos e taxar os ricos, embora isso seja importante. Estou falando de mudar os valores que governam nossa sociedade. Essa mudança é difícil de encaixar numa única reivindicação digerível para a mídia, e é difícil descobrir como realizá-la. Mas ela não é menos urgente por ser difícil. É isso o que vejo acontecendo nesta praça. Na forma em que vocês se alimentam uns aos outros, se aquecem uns aos outros, compartilham informação livremente e fornecem assistência médica, aulas de meditação e treinamento na militância. O meu cartaz favorito aqui é o que diz “eu me importo com você”. Numa cultura que treina as pessoas para que evitem o olhar das outras, para dizer “deixe que morram”, esse cartaz é uma afirmação profundamente radical. Algumas ideias finais. Nesta grande luta, eis aqui algumas coisas que não importam: Nossas roupas. Se apertamos as mãos ou fazemos sinais de paz. Se podemos encaixar nossos sonhos de um mundo melhor numa manchete da mídia. E eis aqui algumas coisas que, sim, importam: Nossa coragem. Nossa bússola moral. Como tratamos uns aos outros. Estamos encarando uma luta contra as forças econômicas e políticas mais poderosas do planeta. Isso é assustador. E na medida em que este movimento crescer, de força em força, ficará mais assustador. Estejam sempre conscientes de que haverá a tentação de adotar alvos menores – como, digamos, a pessoa sentada ao seu lado nesta reunião. Afinal de contas, essa será uma batalha mais fácil de ser vencida. Não cedam a essa tentação. Não estou dizendo que vocês não devam apontar quando o outro fizer algo errado. Mas, desta vez, vamos nos tratar uns aos outros como pessoas que planejam trabalhar lado a lado durante muitos anos. Porque a tarefa que se apresenta para nós exige nada menos que isso. Tratemos este momento lindo como a coisa mais importante do mundo. Porque ela é. De verdade, ela é. Mesmo." [1] Discurso originalmente publicado no The Nation, em http://www.thenation.com/article/163844/occupy-wall-street-most-important-thing-world-now. Tradução para o português do Brasil, de Idelber Alvelar, da Revista Fórum, em http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9518/a-coisa-mais-importante-do-mundo-. Fonte http://www.commondreams.org/view/2011/10/07-0
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  Algumas reflexões sobre moral sexual no Brasil - Artigo

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Maria Luiza Macedo de Araújo - Doutora em Filosofia, Mestre em Psicologia, Professora do Mestrado em Sexologia da UGF
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.sbrash.org.br/portal/files/pdf/algumas_reflexoes_sobre_moral_sexual_no_brasil.pdf
  Description:   O artigo visa a discussão de uma das vertentes de pensamento que teriam influenciado a forma de pensar e articular o assunto “sexo” dentro do contexto da nossa cultura, que é o pensamento católico. Entendemos que a abrangência do estudo do pensamento católico enquanto forma de discussão da sexualidade e moral sexual se torna importante devido à grande influência que a Igreja teve no Brasil como norteadora de consciências num passado não muito remoto. Reconhecemos, entretanto que na atualidade, esta influência é bem menor, devido à rapidez dos meios de comunicação e à globalização com a conseqüente veiculação de todo tipo de mensagem que poderá transformar ou reforçar atitudes, crenças e valores. Nosso trabalho procura contextualizar historicamente a formulação da moral sexual no Brasil pois entendemos que as questões sexuais estão intimamente ligadas à cultura de cada povo e à forma de articulação da moral e cidadania.
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Take Action Take Action
 
Commitments

  Your own ultimate consequences

Submitted By:   the1ultimate
Committers:  30
Date Created:  2008-11-17
Description:   Act with a thought for the future, with only the best intentions, knowing that your actions can make a difference in the world. Always act morally and ethically, and afterward you can always say you did the best you could. This is simply a commitment to try your best and act as your personal code directs. To be the best you can be.
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