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Items tagged with: imperial
Tag was last used: Jun 29, 2011
 
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TIG Blogs
Posted By:  zephyr
Posted On:  Jun 29, 2011

  Venezuelan Representative to UN Denounces Terrorism by Imperial Powers

By AVN :   Caracas, 26 Jun. AVN .- The United States carries out actions “that hinder civic, political, economic and cultural rights of the peoples,” stressed the representative of Venezuela to the United Nations, Jorge Valero, during his speech at the...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Jan 11, 2011

  Sudan: A tale of blood and oil in Africa

By Ann Talbot:   Media reports of the referendum to determine whether the southern provinces of Sudan should secede have taken on a celebratory character, even before the polls close at the end of the week. The same tone is assumed in an op-ed piece in the New York Times...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Jun 25, 2010

  The Buffoonization of Hugo Chavez

By Sean Fenley: “We were always cautious about the triumph of President Obama. Early on, we began to take note of the truth, that the empire is here, alive and more threatening than ever.” - Hugo Chavez Frias It is said when you can’t beat ‘em, that you might as well make...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Jun 10, 2010

  On the threshold of tragedy

Reflections of Fidel (Taken from CubaDebate) SINCE the day of March 26, neither Obama nor the president of South Korea have been able to explain what really happened to the flagship of the South Korean Navy, the state-of-the-art submarine hunter Cheonan, which was taking part in a...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Jun 5, 2010

  The empire and lies

Reflections of Fidel (Taken from CubaDebate) I was left with no alternative other than to write two "Reflections" on Iran and Korea, which explain the imminent danger of war with the use of nuclear weapons. I have also expressed the opinion that one of them could be overcome if China...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Apr 15, 2010

  The new scramble for Africa

Franklin W Knight FOR the past decade there has been a new scramble for Africa. Scrambling for Africa is nothing new. It reached its apogee in 1884 when 13 European powers and the United States convened at the palace of German Chancellor Otto von Bismarck to carve up the continent into...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Jan 24, 2010

  The hate and the quake

BY SIR HILARY BECKLES: THE UNIVERSITY OF THE WEST INDIES is in the process of conceiving how best to deliver a major conference on the theme Rethinking And Rebuilding Haiti. I am very keen to provide an input into this exercise because for too long there has been a popular perception...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Dec 19, 2009

  The moment of truth

Reflections of Fidel NEWS arriving from the Danish capital paints a picture of chaos. After planning an event in which around 40,000 people were to participate, the hosts have no way of keeping their promise. Evo, who was the first of the ALBA presidents to arrive there, expressed...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  May 16, 2009

  What Science Magazine reported

Reflections of Fidel (Taken from Cubadebate) EARLY this morning, when I wrote the "Reflection" published today on the national TV news program and in CubaDebate, I had not yet read a report published in Mexico by Mark Stevenson and David Koop, transmitted by AP, the principal...... [view]

Posted By:  zephyr
Posted On:  Nov 10, 2008

  After Bush, Obama must catch up with Russia

MOSCOW. (RIA Novosti political commentator Andrei Fedyashin) - George Bush Jr. has managed to cultivate such a strong feeling against his White House in the world and has dented US reputation so badly that any change on Pennsylvania Avenue is like a breath of fresh air. The new US...... [view]

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Toolkits & Publications

  Nossa Carta a Obama - Agência Carta Maior

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Carta Maior
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15354
  Description:   Se os EUA querem reconquistar o respeito dos outros povos do mundo, se querem resgatar a imagem, que se deteriorou, devem se considerar como um país entre outros, e a eles igual, não como uma potência eleita para a missão de impor a ordem imperial e os interesses capitalistas no mundo. Devem permitir que progrida o espaço de um mundo multipolar, em que todos os países participem das decisões fundamentais. Carta Maior (Essa carta está aberta a adesões de veículos da pequena grande imprensa alternativa de todo o mundo.) O seu governo pretende resgatar a imagem dos EUA no mundo e mudar sua relação com a América Latina. É preciso que o sr. saiba que a imagem do seu país no mundo é a imagem da maior potência imperial da história da humanidade. Que à horrível imagem de potência intervencionista no destino de outros países, de exploradora das suas riquezas, ao longo de todo o século passado, se acrescentou no século XXI a política de “guerras humanitárias”, invasões que mal escondem os interesses de exploração e opressão de outros territórios e povos, de que o Iraque e Afeganistão são os exemplos mais recentes. Não basta retirar as tropas do Iraque imediatamente – embora isso seja um começo indispensável para o resgate proposto. É necessário fazer o mesmo com o Afeganistão, assim como terminar com o apoio à ocupação israelense dos territórios palestinos, reconhecendo o direito à existência de um estado palestino soberano. No caso da América Latina, é imprescindível terminar com a Operação Colômbia, que militariza os conflitos naquele país, e os que ele provoca, com graves riscos de produção de crises regionais, pela dinâmica belicista do Exército e do governo colombiano. Para demonstrar que mudou de atitude, os EUA devem, sobretudo, terminar definitivamente com o bloqueio a Cuba, desativar sua base de interrogatórios ilegais e torturas na base de Guantanamo e devolver esta incondicionalmente a Cuba, terminando com a prepotente e juridicamente insustentável usurpação de território cubano, que dura já mais de um século. Deve retomar relações normais entre os dois países, respeitando as opções do povo cubano na definição soberana dos seus destinos. Os EUA devem reconhecer publicamente o grave erro de terem apoiado o golpe militar de abril de 2002 contra o presidente Hugo Chavez, legitimamente eleito e reeleito pelo povo venezuelano. Devem terminar definitivamente com articulações golpistas nesse país, na Bolívia e no Equador e comprometer-se, publicamente, a nunca mais desenvolver atividades de ingerência nos assuntos internos de outros países. Se quiserem ter relações cordiais com a América Latina, o novo governo dos EUA devem destruir imediatamente o muro na fronteira com o México, legalizar a situação dos trabalhadores imigrantes nos EUA e favorecer a livre circulação das pessoas, como tem pregado a livre circulação de mercadorias e de capitais. Além disso, os EUA devem deixar de utilizar organismos internacionais como a OMC, o FMI, o Banco Mundial, para propagar e tentar impor suas políticas, as mesmas que levaram ao fracasso dos governos que seguiram as suas receitas, assim como à crise financeira internacional que hoje grassa no planeta. Os países da América Latina e do Sul do mundo devem ter liberdade para encontrar suas próprias alternativas e soluções à crise, gerada nos EUA, que devem assumir suas responsabilidades e não permitir a exportação de seus efeitos negativos. Se quiserem voltar a ser respeitados, os EUA devem deixar de tratar de favorecer ou forçar a exportação de sua mídia, de sua indústria cultural, de sua forma de vida, que pode ser boa para os EUA, mas pode ser nefasta para outros países. Essas fórmulas, muitas vezes impostas, favorecem formas ditatoriais de imprensa, formas estereotipadas de ver o mundo, modos consumistas de viver. Que os EUA deixem cada país escolher suas formas de se pensar a si mesmo, de ver o mundo, de viver e de produzir arte e cultura. Se o sr. quiser fazer um governo diferente, deve abandonar qualquer idéia de querer impor o que os EUA considerem que seja democrático. Que cada país, cada povo, defina seu próprio caminho. Os EUA nem inventaram a democracia, nem são mais democráticos que muitos outros países. Os EUA devem abandonar suas pretensões de ser um império mundial que zele pela ordem imperialista no mundo. Devem dar espaço para que progrida o espaço de um mundo multipolar, em que todos os países participem das decisões fundamentais. Neste sentido, devem apoiar o fim do direito de veto no Conselho de Segurança da ONU, devem dar lugar à democratização desse órgão. Devem obedecer as decisões da ONU de terminar o bloqueio à Cuba, em favor do direito do povo palestino a um estado próprio e independente, entre tantas outras decisões, bloqueadas pelo veto norte-americano. Se vetos de outros países há, isso deve ser combatido pela suspensão universal do direito ao veto. Em suma, se os EUA querem reconquistar o respeito dos outros povos do mundo, se querem resgatar a imagem do seu país que se deteriorou, devem se considerar como um país entre outros, e a eles igual, não como uma potência eleita para a missão de impor a ordem imperial e os interesses capitalistas no mundo. Devem respeitar as decisões que outros povos tomem no sentido de escolher caminhos antiimperialistas e anticapitalistas. Devem assinar o Protocolo de Kyoto, aceitando reduzir suas emissões de gases poluidores, condição básica para iniciar uma nova etapa na luta contra a destruição ambiental no planeta. Devem diminuir seu orçamento militar, revertendo essas verbas para o campo social. Devem combater os monopólios privados da mídia, a indústria tabagista, a da segurança para-militar, devem colocar como seu objetivo principal construir uma sociedade justa, a começar pela de seu próprio país, aquele em que, dentre aquelas do centro do capitalismo, a desigualdade mais cresceu nos últimos anos. Se o sr. fizer tudo isso, ou pelo menos se mover nessa direção, pensamos que poderá contar com o respeito e com relações cordiais por parte dos governos populares e dos povos da América Latina.
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