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Items tagged with: corte
Tag was last used: Jul 14, 2010
 
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TIG Blogs
Posted By:  stella59
Posted On:  Aug 15, 2008

  Corte y confección vestido cruce total

Después de hacer la ampliación para el cruce, desarrollar el básico del vestido y trazar el escote... para más información visita: www.elcosturerodestella.org ... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Jul 8, 2008

  Vestido con cruce sencillo

El cruce sencillo es el que usan las camisas. Es de 2,5cms de ancho donde va una hilera de botones y ojales. Podemos aplicarlo también en vestidos como lo veremos enseguida. El modelo podemos hacerlo con cuello o sin cuello. Con mangas o sin mangas y el escote a elección: Puede ser en "V",...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Jun 11, 2008

  Herramientas básicas de corte

Compre accesorios para corte de buena calidad y manténgalos en buen estado llevándolos a afilar donde personas que sepan hacer el trabajo. Donde venden repuestos para máquina o muchos almacenes que venden accesorios para costura también afilan tijeras. Los mangos para tijeras usadas para...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Oct 21, 2007

  Corte de las piezas para la blusa larga

Lección No.16 Ya tiene el molde listo para el corte. Ya tenemos la tela adecuada para la blusa. Organizamos el puesto de trabajo. tenemos a mano las herramientas necesarias como son: tijeras, metro, agujas, alfileres, papel calcante para modista, hilo, tiza etc. Para una blusa sin mangas...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Nov 19, 2007

  Derecho y revés de la tela

Antes de iniciar a colocar los moldes sobre la tela, es importante que usted tenga en cuenta algunos detallitos que explicaré a continuación: Cuando procedemos a cortar los patrones, para economizar tela los podemos colocar uno de arriba para abajo y el otro al contrario. Pero eso no lo...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Dec 4, 2007

  Que es un plano de corte?

Un plano de corte en confección es la representación gráfica de la colocación de los moldes sobre la tela. Es una guía de como colocar los moldes sobre la tela según el tamaño de los mismos, el modelo escogido y el ancho y largo de la tela. Al colocar los moldes sobre la tela debemos...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Dec 6, 2007

  Como cortar el pantalón.

Antes quiero aprovechar para contestar dos preguntas pendientes. Las pinzas del pantalón en la parte trasera la ubican en la mitad del molde. Si hacen dos pinzas en la parte de atrás trazan el molde con 1/4 de cintura + 5cms. Una pinza de 3cms y la otra de 2cms. Separadas una de la otra por...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Sep 27, 2007

  Como cortar el básico delantero de la blusa

En varias ocasiones anteriormente les he dicho que no basta con seguir los pasos para hacer un buen patrón, también hay que saberlo cortar, coser y sobre todo tomar las medidas correctamente. ... Si quieres saber mas visita mi blog: http://elcosturerodestella.blogspot.com ... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Apr 20, 2007

  Normas básicas de corte

Utilice una mesa grande y limpia. Coloque la tela sobre la mesa con el derecho hacia arriba y doblándola sobre si misma, formando un doblez. Teniendo en cuenta que el largo u orillo de la tela, quede en el mismo sentido del largo de la mesa. Alise cuidadosamente la tela y con la plancha...... [view]

Posted By:  stella59
Posted On:  Apr 20, 2007

  Instrumentos básicos de corte

Los instrumentos básicos de corte son: 1- Tijeras de buena calidad de aprox . 28 cm 2- Rodaja o rueda de marcar(para trasladar un molde a la tela) 3- Papel ónix (para dibujar costuras, pinzas etc ) 4- Los alfileres (mejor los de cabeza redonda de colores) 5- Agujas...... [view]

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Toolkits & Publications

  Estudo traça perfil de cortadores de cana de Ribeirão Preto -

Submitted By:   criscasty
Author Name:  Site Revista Fórum e MST
Published:  0000-00-00

Website:  http://www.revistaforum.com.br/noticias/2010/07/13/estudo_traca_perfil_de_cortadores_de_cana_de_ribeirao_preto/
  Description:   Entre 2004 e 2008, segundo dados da Pastoral do Migrante de Guariba, houve 21 mortes de cortadores de cana nas usinas da região, grande parte atribuída a paradas cardiorrespiratórias. Segundo a entidade, esses migrantes representam 80% da força de trabalho no corte da cana. Por Rosemeire Soares Talamone [13 de julho de 2010 - 13h40] Sob a orientação da professora Vera Navarro, do Departamento de Psicologia e Educação, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Riberão Preto (FFCLRP) da USP, Leandro Amorim Rosa, aluno do curso de Psicologia, e André Galiano, mestrando em Ciências Sociais, analisaram os critérios de contratação e as condições de trabalho nas plantações de cana-de-açúcar. Entre 2004 e 2008, segundo dados da Pastoral do Migrante de Guariba, houve 21 mortes de cortadores de cana nas usinas da região, grande parte atribuída a paradas cardiorrespiratórias. Segundo a entidade, esses migrantes representam 80% da força de trabalho no corte da cana. Cerca de 70 mil pessoas, só na região de Ribeirão Preto. Na primeira década deste século, as mortes desses trabalhadores por exaustão, devido às condições insalubres nos canaviais, foram objeto de denúncia da Pastoral de Guariba junto ao Ministério Público Federal. Este cenário é parte do estudo de mestrado de Galiano e da pesquisa de iniciação científica de Amorim Rosa, que entrevistou 13 trabalhadores rurais, um representante da Pastoral do Migrante, o presidente do Sindicato dos Empregados Rurais de Guariba e dois psicólogos do setor de recursos humanos de uma usina pertencente ao mesmo grupo da que emprega os trabalhadores entrevistados. Galiano, por sua vez, vem analisando a situação dos jovens trabalhadores para compreender como eles são atraídos para esse tipo de trabalho e conhecer, sobretudo, como a atividade repercute na saúde física e psíquica deles. Para tanto, o cientista social entrevistou 13 cortadores de cana em Pradópolis. Boa conduta Nas entrevistas com o pessoal de recursos humanos de uma das usinas contratantes, Amorim Rosa conta que foi recorrente a fala sobre a humanização. "Mas fica claro que, para a usina, ela só se justifica quando traz melhor produção." Ele identificou ainda que a moradia, ao invés de ser responsabilidade da usina que o contrata, passou a ser item que o qualifica para a vaga. "Para evitar problemas com os órgãos de fiscalização, a usina e o `turmeiro´, aquele que faz as contratações e é uma espécie de fiscal, deixaram de oferecer moradia e passaram a responsabilidade para o próprio trabalhador." Para o pesquisador, esse é um fator agravante na relação de trabalho, pois, além de se preocupar com as despesas com o transporte que o trouxe até a região e com a alimentação, também há a questão do aluguel, da produção e, ainda, da manutenção da saúde. "Manter o trabalho precarizado parece que ainda é mais produtivo. O salário por produção, por exemplo, também passa a responsabilidade do ganho para os trabalhadores. Nesse cenário, a força política desses trabalhadores desaparece, sem contar que eles, ainda, têm que ter dinheiro para mandar para a família e para se sustentar na entressafra", lembra. Exploração e desgaste Galiano entrevistou jovens entre 16 e 24 anos e conta que quando eles retornam para sua cidade, ganham certo status por terem enfrentado desafios e ainda por terem conseguido dinheiro para enviar para a família, além de bens materiais. O cientista social relata que estes jovens são de famílias numerosas, muito humildes. Para a professora Vera Navarro, a conjuntura atual é muito diferente da década de 1980, quando os sindicatos eram mais atuantes e os movimentos sociais cobravam mais. Segundo ela, a mudança na forma de se produzir, de plantar e colher a cana e que intensificou o aumento do trabalho é o nó dessa questão. "O trabalho por produção aumenta esse tipo de exploração e o desgaste do trabalhador." A professora aponta a questão da queimada como outro problema. "No sistema atual de queima da cana, muitos morrem e, se não morrem, as queimaduras são bastante graves; essas coisas aparecem de forma muito velada, não têm números nem estatísticas. Isso revela que o trabalho no corte da cana continua bastante desumano." Para a professora, mesmo com cerca de 50% da colheita da cana mecanizada, chegando a 90% em algumas usinas, a situação ainda é grave. Nessa conjunção, de corte mecanizado e corte manual, o trabalhador fica com a pior área, onde a máquina não entra e nem dá para queimar, segundo Vera. "Alta tecnologia para a produção e, para o trabalhador, relações arcaicas e precárias." Segundo Vera, a resolução do problema passa pela questão da reforma agrária e pela manutenção desse pessoal no campo, no seu local de origem. Como saída em curto prazo, a melhoria e o cumprimento da legislação de proteção ao trabalhador, através de ações fiscalizadoras que sejam constantes e efetivas. Uma atuação mais ofensiva dos sindicatos na defesa dos interesses dos trabalhadores, no sentido de lutar pela manutenção e também pela ampliação dos direitos trabalhistas e por melhorias salariais. A professora não esquece o papel das universidades nesse processo. "É importante a participação das universidades e institutos de pesquisa, no sentido de orientar sua produção de forma a gerar conhecimento que possa contribuir na elucidação desses problemas." Publicado pela página do MST.
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